Ser quem você é

Nas sessões de coaching a riqueza das experiências humanas é o ponto alto, considero que o êxtase das sessões acontece quando o indivíduo se encontra com o sujeito.

Na etimologia da palavra, o “sujeito” seria uma pessoa indeterminada ou um sujeito subordinado. Já a etimologia da palavra indivíduo seria o “não dividual” ou indiviso e ainda qualquer ser concreto, conhecido por meio da experiência que possui uma unidade de caracteres que forma um todo reconhecível.

Certo… esse papo tá muito filosófico… Vamos simplificar! Saber quem somos, de acordo com o pensamento que estamos construindo aqui, passa por duas grandes questões. O que me torna um todo indiviso? A quem e quando me sujeito? A primeira questão nos remete a força, a segunda nos remete a fragilidade, a soma das duas compõe o nosso eu.

Vivemos em um mundo dicotômico, linear, aprendemos que pra todo efeito existe uma causa, logo, se somos frágeis, não podemos ser fortes. E assim vivemos com a obrigação social de sermos fortes, resolutos, líderes, comunicativos e blablabla…

Cabe então uma nova proposta, uma outra forma de ver: somos frágeis e somos fortes, somos sujeitos e indivíduos, somos um e também somos muitos.

Quem é você? Um misto de muitas coisas, uma construção com muitas etapas, um ser único e pleno. Mais do que descobrir nossas forças, aceitar nossas fraquezas é de fato libertador.

Ao longo da nossa caminhada existencial, nos armamos para criar defesas contra supostos inimigos, que na maioria das vezes só existem em nossas mentes. Herdamos os medos dos nossos pais e cuidadores, tomamos como nossa a realidade que era de outros. Claro que nunca paramos para questionar questões como essas, pois a fonte que nos forneceu esse conhecimento sempre nos pareceu fidedigna, por isso prosseguimos a vida repetindo comportamentos e os assimilamos como nossos.

Não é raro, nas sessões de coaching, as pessoas travarem quando faço o simples questionamento: Tirando seu nome, quem é você? Tirando de quem você é filho, quem é você? Tirando o seu trabalho, quem é você?

Quem é VOCÊ? Como as pessoas veem você? Como elas descrevem você?

E finalmente: Quem você quer SER?

Depois de algumas tentativas chegamos a grande máxima de Sócrates: Só sei que nada sei… E, é nesse exato momento que as pessoas começam a sua grande obra, em sua própria vida.

Deixemos de ser o que os outros esperam de nós, antes disso procuremos a liberdade de ser quem somos!

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